A profissional, de nome Alana Ferreira, informou que nunca trabalhou nem esteve em Cruz das Almas. A própria médica procurou uma delegacia de Juazeiro, mesma região de Uauá, e registrou queixa apontando ser vitima de falsidade ideológica e falsidade material de atestado ou certidão, artigos 299 e 301 do Código Penal brasileiro.
A suspeita é que a pessoa que assinou em nome da médica trabalha na unidade de saúde onde o caso foi identificado. Na próxima quarta-feira (1°), a CPI deve ouvir novas testemunhas.
Instaurada em 24 de maio passado, a Comissão apura ainda suspeita de troca de vacinas, adulteração e destruição dos cartões de vacinação, falsificação de assinaturas nos mesmos cartões, inconsistência de dados dos boletins informativos, assim como o óbito ocorrido no dia 5 de abril por suposto erro médico.
Bahia Notícias


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